All the boys to the yard

"Mere Christianity…right"

ENG: The more I dive into theology and doctrine and alike, the more I feel like my brain is satisfied, even with a sense of accomplishment, but in equal proportion I find myself less caring, less giving, less loving and less in love with or less like Jesus.

Strange thing…

It always leads me to the thought of little old ladies that have always sat on that same pew at church religiously, that couldn’t care less if repentance comes first and salvation comes after, or free will or any of that, they just have a simple burning desire in their hearts for Christ, and a deep sense of God, and God is enough.
 Their ways always defeat me and my devices and knowledge, their prayers are always of someone who has a relationship with whom it is they’re talking to, not an acquaintance or a diagram.

Do I need diagrams of God and his ways to love him more? Does it even help me to love him more? I think if I’m honest it satisfies my human need to know everything, and that’s where I think our faith starts to fall through the cracks, in fact that’s where faith stops being.

There’s a big difference in knowing the intricate multiple parts be it physiological or psychological that constitute a person or human being, and actually “knowing” that person.

 Take the simple example of the man of the city on the man of the country.
Who’s happier, yet who has probably more complexity to his life? And who would I rather be?

Simple… like the old lady, like the countryman, like Christ.

T I G H T / P R O D #1

Sofi de la Torre

Fresco…

1 week:
Robin - Lauren - Jay

1 week:
Robin - Lauren - Jay

All the boys to the yard turned 3 today!

All the boys to the yard turned 3 today!

PODE O CHORO DURAR UMA NOITE

PT - Não gosto de partilhar a minha vida privada, já chega o meu trabalho ficar ao escrutínio do publico. Não sou adepto de sentimentalismo on-line, mas sim em pessoa, e cada vez mais sou adepto de bons, longos e apertados abraços, daqueles que um facebook um twitter ou um instagram não podem reproduzir, mas fica aqui um post “sentimental”: 


 Há quatro meses comecei a ser acompanhado profissionalmente e em particular medicado, para uma depressão clínica acompanhada de ansiedade, que não vieram por um evento em particular, em certo modo sempre coabitaram comigo, até ao dia em que o espaço era pouco para nós os três, e algo cedeu. A medicação que tomo torna-me insensível a
picos emocionais, quer bons, quer maus, simplesmente não existem, nem me entusiasmo de forma eufórica, nem me entristeço de forma grave, fico no meio.

 Estive meses a chorar constantemente sem razão aparente por mérito desta doença, ou por um conjunto de situações desde abusos emocionais, desilusões profundas e golpes inesperados de pessoas em quem confiava e que me eram muito próximas, tudo conspirou para a tempestade perfeita, por isso chorei como nunca na minha vida…e de um momento para o outro foi como se fechasse a torneira, como se o poço seca-se, tudo mérito da medicação.

 Ora bem há dias chorei de novo, por alguns segundos apenas é certo mas chorei…e foi bom, foi muito bom até!

 
 Primeiro chorei quando um par de minutos antes de entrar em palco em conjunto com os membros do Gospel Collective tivemos uma palavra de oração, dirigida pela doce Selma Uamusse. Algo em mim quebrou, algo conseguiu penetrar essa membrana que não me deixa sentir, e uma coisa foi certa naquele momento: Estava no sítio certo, à hora certa, com as pessoas certas, porque Deus assim o quis, e Ele estava ali.
 Provavelmente ninguém notou porque estava de óculos escuros, mas o meu coração apertou e lágrimas jorraram rosto abaixo com uma força que não me recordava.
image

Lavei o rosto numa toalha, e segui palco acima, e o que aconteceu fica difícil de relatar, mas penso que esta imagem da Vera lhe faz justiça:
image

Quando saímos do palco olhei para o Alex, abracei-o e entre dezenas de imagens e memórias do quanto custou chegar até aqui, dos planos, do trabalho, das batalhas que ambos travámos em particular neste ultimo ano por causa desta doença, lá estava aquele aperto de novo. Forte o suficiente para romper por esta barreira que até aqui me protege, e chorei, chorei de novo e com mais força…e foi bom. Senti-me vivo, senti que afinal ainda há réstias de quem sou de facto sob este cobertor de químicos e esta doença que me quis reclamar a vida. Senti que estava no sítio certo, à hora certa, com as pessoas certas a fazer o que Deus assim quis, e Ele estava lá…logo há esperança.
image

"Pode o choro durar uma noite, mas pela manhã vem júbilo".

My week, my view #2 My week, my view #2 My week, my view #2 My week, my view #2 My week, my view #2 My week, my view #2 My week, my view #2 My week, my view #2 My week, my view #2 My week, my view #2

My week, my view #2

My week, my view #1 My week, my view #1 My week, my view #1 My week, my view #1 My week, my view #1 My week, my view #1 My week, my view #1 My week, my view #1 My week, my view #1 My week, my view #1

My week, my view #1

#saudade

#saudade

Hipsters and Squares: Psychologist Jerome Bruner on Myth, Identity, “Creative Wholeness” and How We Limit Our Happiness

Artist, Musician, Videographer, Christian and Battling Depression.
"Cento" Copyright © Andrew Brinker 2011.